O Alemão e o Rabino
Era uma vez um Rabino muito trabalhador e dedicado, ético até não poder mais. Dedicava todo seu tempo, a trabalho ou não, a causas nobres e humanitárias. Durante mais de 3 décadas de trabalho foi construindo uma sólida reputação entre todos que passavam à sua porta, Judeus, Católicos, ou até nem tanto. Construiu dessa forma uma sólida vida, uma sólida morada que deveria resistir bravamente a quaisquer dessa novas tempestades globalizadas.
Enquanto isso passava pela vida um alemão, que até seus 26 anos ainda não havia feito nada de útil (ou que ao menos o destacasse em uma vida de boemia e mediocridade). Todos os dias o Alemão passeava, fazendo graça, cantando, ciscando e comendo as moçoilas solteiras e gostosas que andavam pelo seu terreiro. Não tinha nenhuma preocupação com as mudanças climáticas que se anunciavam.
Mas o impacto desses fenomenos globais ainda estavam por jogar sua cartada de sorte para estes incautos participantes do BBG! A exposição global (ou aldeia global), e outros fenômenos ainda menos estudados, mas não menos por isso menos globalizados, como a futilidade global, ou a burrice global, havia tramado uma surpresa em seus caminhos!
4 ou 5 gravatas nas mãos do Rabino, e duas loiras burras (uma pelo menos o é o suficiente para valer por duas), e gostosas, tentando fazer um 3Sum, ou menange a trois, no poleiro do Alemão.
E como estamos também em época de globalização da democracia, da TV, e da internet, foi pro voto do povo e deu Alemão com 99% de preferência!!
Moral da Historia:
No mundo de hoje, não vale a pena ser formiga, enquanto a cigarra vai cada vez melhor...
ou
Não tem moral, mais do que amoral, é imoral...

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