Em boca fechada não entra mosca
Os linguarudos devem estar passando por uma fase constrangedora.
A roupa encontrada embrulhada no apartamento vizinho que de acordo com o delegado e o promotor seriam do pai da Isabella (que teria se trocado escondido pois as roupas conteriam sangue), não é dele, deve ser mesmo de algum pedreiro que trabalhava na obra como tinham afirmado os acusados e os familiares, e parecem nem conter sangue recente, o que também é compatível com o trabalho em obras de reforma..
As imagens usadas para comprovar que o pai usava as mesmas roupas antes e depois do acontecido, são de um circuito interno que mostra a família sorrindo feliz ao sair de um shopping. Nenhum sinal de desavenças ou tensão.
As manchas no carro da família, que de acordo com os mesmos linguarudos seriam de sangue da Isabella, não são de sangue, e sim manchas comuns, de sujeira e óleo...
As marcas de asfixia que seriam a causa da morte, de acordo com o diretor do IML são normais em caso de parada cárdio-respiratória, compatíveis com o trauma da queda do 6º andar.
O depoimento da mãe e ex-esposa, que teria sido incriminatório de acordo com os linguarudos e o motivo do pedido de prisão temporária, foi desmentido pela mesma ao fantástico, onde ela elogia o pai e diz que a filha o amava incondicionalmente. Diante da insistência do repórter ela afirmou que não suspeita do casal e chama a madrasta carinhosamente de Carol.
E por fim, o mesmo juiz que declarou o sigilo de justiça para o caso, agora abriu o caso novamente, argumentando que os linguarudos já falaram tudo que tinha para ser dito, e portanto o sigilo não se justifica.
Ou seja, cada hora que passa mais parece que não existem provas ou evidencias conclusivas. Tudo indica que houve um crime que ainda se esconde atrás de um véu de mistério.
E a cada hora que passa parece ainda mais que temos um bom número de linguarudos e incompetentes rondando esse caso. Imprensa inclusive...

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